Davam até choques!

Hoje o tema desse texto é sobre o Museu do Sexo de Praga, e eu quero comentar com você alguns pontos, algumas curiosidades muito incríveis sobre Praga e sobre esse museu.

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Last updated: March 20, 2024
by and Alex Morrell is a senior correspondent at Business Insider covering Wall Street at large.

Lá é meio que dividido em alas e isso ensina muito sobre a nossa história em si.

Ensina sobre o quanto a humanidade às vezes esquece de olhar para coisas importantes, como a nossa própria energia vital, como a nossa própria intimidade. O quanto isso interfere na nossa vida profissional, na nossa vida social, na nossa vida familiar como um todo. Wilhelm Reich, que falava que a energia que você reprime tende a te consumir por dentro, né?

O corpo foi feito pra expelir os fluídos, então se você tenta ou se você se permite viver meio agarrado, intimamente falando, as coisas tendem a não dar muito certo. Isso foi estudado cientificamente pelo Freud, pelo Wilhelm Reich e por vários outros autores que há mais de um século atrás já olhavam pra esse tema. Entendeu?

E aí, cara, que eu achei incrível foi que o primeiro ponto é que eles fazem uma brincadeira assim que você entra a esquerda, tem um tester que você entra, senta e ele diz você é um cara mais desenrolado, mais quente, mais frio, uma mulher mais fria, mais quente, mais não sei o quê.

Tem várias terminologias lá maneiras, mas como isso o que aconteceu?

Na primeira aula dá pra ver os mecanismos anti masturbação que eram usados em adolescentes, em homens que às vezes estavam sofrendo com algum distúrbio muito voraz.

Cara, é muito bizarro tu ver uma máquina de sei lá, 1900 e pouco tinha várias datas de 1880, 1904, uma máquina que era feita pra dar choque no adolescente de madrugada caso ele tentasse se tocar, caso ele sentisse algum tipo de excitação.

Eu não vi direito, não explicava como que funciona exatamente a máquina lá.

Um tratamento de choque contra o próprio prazer.

Só que você entende o quanto é bizarro usar em adolescentes, privando eles do prazer de conhecer o próprio corpo, dando choque?

Isso é muito sinistro, é muito grave. E são coisas que, por vários motivos históricos de repressão, de castração, às vezes até religiosa, ainda reverbera no ser humano.

O homem ainda tenta cumprir vários papéis que a sociedade impõe pra ele, como o machão, o bonzão. São coisas que o tantra sempre falou contra e sempre vai falar.

A gente busca muito equilíbrio em relação às coisas.

E além desse do choque, tinha um que envolvia o corpo do pênis e tinha uns pregos, sabe? Era uma parada que tinha uma medida exata para o cara ficar ali, sem ereção. Se ele tivesse, ele era literalmente furado.

Você tem ideia do que é isso? Se eu usar um negócio que pode furar você caso você tenha a ereção? É uma parada muito, muito, muito bizarra de pensar e desse modelo tinham vários.

Eu vi também cintos de castidade que falava lá que as mulheres usavam pra se proteger, em cidades mais perigosas e tal, pra andar na noite sozinho é um negócio muito triste e também pra proteger a própria honra contra os maridos que traíam, olha que bizarro.

Os maridos que traíam a mulher ia lá botar o cinto de castidade e falava irmão, aqui não, hoje não, entendeu?

E era tipo uma parada de ferro, com vários dentinhos assim bem pontudos, cara, muito bizarro, protegendo ali o genital feminino, que traz uma noção assim do quanto era levado a sério a parte da castração.

Algumas famílias que estava escrito lá também usavam pra proteger e garantir a honra das filhas pra que elas não se tocasse, não quisesse, não tivesse o risco de talvez querer se tocar ou ficar com alguém.

Você tem ideia do quanto isso é bizarro, quanto isso é tipo sinistro?

Há mais de um século atrás a galera já olhava com esses olhos de repressão, com tecnologia e passando por essa parte, você vê o outro lado, que é o lado bom da moeda, digamos assim, porque já tinha vários vibradores de 1800 e pouco, 1904 tem o nome de um cara lá que foi o inventor de vários.

E esse cara mostrava a exposição com o nome dele, a parte ala dele mostrava umas caixas de ferro bem grandes, tipo muito, muito, muito grandes, que ali trazia um vibrador.

Hoje, o que a gente vê pequenininho ali, onde a rapaziada ainda tem preconceito, medo de usar com a Deusa e tal.

As simplesmente as mulheres, no caso, tinham que comprar, tipo o que a gente usa hoje em dia pra dar um parâmetro vocês.

Era tipo um ferro de passar roupa, tá ligado? Muito bizarro, muito grande e até sem tanta tecnologia, você vê que algumas pessoas já valorizavam isso e depois a gente vai para uma sala lá no segundo andar da exposição, que mostra mais algumas máquinas.

Tinha uma lá que eu achei incrível, até pesquisei, cara, tinha uma que era vendida por U$ 200 na época e em 1910 e eu pesquisei inflação equivalente hoje a U$ 6.000, ou seja, a máquina que era vendida para o tratamento do prazer feminino, é tipo um negócio grandão, movido a eletricidade, vi também um movido a vapor.

O negócio, que era usado já como tratamento para estímulo íntimo, pro médico não tocar a mulher e tal, a U$ 200 na época, seria R$ 30.000 hoje.

Você tem ideia do que é pagar R$ 30.000 R$ hoje? Dá o que? Uns três carros populares mais ou menos?

Ter que pagar R$ 30.000 pra poder se estimular, visto que na época, naquela década, naquele século ali a repressão era muito mais forte. Então as mulheres que sofriam ou eram diagnosticadas, por exemplo, como histeria do Freud, elas procuravam esses médicos e podiam atender pra poder fazer estímulo íntimo anal e vaginal e poder tratar as questões delas.

Você tem ideia do que é isso?

Uma parada que custava R$ 30.000 seria o preço dela hoje?

E hoje em dia tem vibrador de 20 R$ que a galera não valoriza. Tem vibrador que de 500 R$, 1.000 R$ de 2.000 R$? Tem pelo mundo todo.

Mas a galera não facilita hoje, não valoriza hoje a facilidade que a gente tem em ter acesso às coisas que fomentam o prazer de fato, que realmente colocam a vida pra rodar. No livro que eu sempre cito do Wilhelm Reich, da Função do orgasmo, ele fala que a gente só tem uma energia: A vital sexual.

Ela pendula entre o profissional e o pessoal.

Então, se você ainda se mantém privado desse prazer de conhecer o seu próprio prazer, de valorizar o seu corpo, o seu tempo, sendo homem ou mulher, gay ou hétero, novo, mais experiente, casado ou solteiro, você pode estar sacrificando todas as áreas da sua vida.

Isso não é uma opinião do Tantra. Isso foi estudado e comprovado pelo Wilhelm nos anos de 1900 e pouco entendeu?

Então, ontem, quando eu vi o Museu das Máquinas e tal, tinha muita coisa bizarra também sobre sadomasoquismo, as máscaras malucas, as paradas de tortura, tinha joia íntima.

Foi tipo uma viagem no tempo, literalmente, mas pensando nesses dois lados, entendeu? Pensando no lado que dava choque na adolescente pra não se tocar e pensando no lado que também incentivava, que também já via como tratamento.

Aí eu te pergunto, se você está aqui nesse vídeo até aqui agora, como você tem olhado pra sua intimidade?

Como você tem valorizado o privilégio de sentir? E eu senti que eu digo e senti tudo, por que quando alguém às vezes tem medo de sentir prazer, a pessoa para de sentir muita coisa, não é só prazer, não é só coisa boa.

Aí você pode pensar:

“Ah, Padrinho, mas sentir dor não é legal, prefiro assim!

Tudo bem, você prefere não sentir nada é uma escolha sua e o seu livre arbítrio vai garantir isso, graças a Deus.

Só que o problema é quando você começa a se sacrificar, a perder energia vital, começa a se mutilar emocionalmente, sabe? Acho que esse é o termo quando você passa a morrer em vida porque não está olhando para o seu prazer. E foi essa mensagem que bateu muito forte na minha cabeça, muito, muito forte.

Olhando aquilo tudo lá, pensando, falei: Preciso comentar sobre isso para que as pessoas olhem melhor pra esse lado, para que as pessoas se toquem olhando pra dentro, sem estímulo externo, sem vídeo, sem foto, pra que as pessoas possam compartilhar sensações de forma que a vida se torne como ela deve ser.

Uma vida mais leve, mais prazerosa, mais poderosa.

E o poder, no caso do sexo, do tantra, da liberdade íntima, etc. Ele não é um poder sobre alguém, não é você ser o fodão, a fodona.

É só um poder que você pode realmente sentir com liberdade.

Você pode escolher sair com quem você quiser, sem obrigação, você pode escolher não sair se você não quiser e está tudo bem.

Você pode seguir a sua vida de uma forma linda, assim como ela foi feita pra ser.

Consegue me entender?

Faz sentido pra você?

E se você leu esse texto até aqui, cara, muito obrigado!

E se tiver feito algum sentido pra você, dá um like no Padrinho, dá aquela força, manda pra alguém.

Show?

Muito obrigado mais uma vez